segunda-feira, 6 de julho de 2020

EGO – para Bruxas – A verdade oculta que você ainda pode aprender





A maioria das pessoas que buscam uma escola iniciática de mistérios e de bruxaria nem sabem o que estão buscando lá, pois elas desconhecem aquilo que desconhecem! Elas querem aprender bruxaria. Mas o que elas se esquecem é de que elas já são bruxas, ou não estaria buscando uma escola iniciática para seu aperfeiçoamento espiritual. Sim, você já é uma bruxa antes de buscar igual companhia. Então, a pergunta que se deve fazer antes de entrar num coven é: Por que eu quero entrar num Coven? Será que eu quero entrar para encher o saco com o meu achismo e julgamento, ou eu realmente quero aprender? pois bem, comece se ajoelhando, pois quem não aprende a se ajoelhar, não fica de pé!

Quando se fala em ego as pessoas logo recorrem a psicologia de Freud para compreender o mecanismo de funcionamento de seu próprio eu material. Contudo, o ego de que se trata nas escolas de mistério e bruxaria não é a matéria de Freud sobre ego. Essa questão do ego é anterior a Freud. A própria Madame Blavatsky já abordava isso em seus Glossários e outros livros.
Ao se falar de ego em bruxaria estamos a falar do duplo da bruxa e de seus pares espirituais. A morte do ego é a própria iniciação, que ao deixar sua vida antiga pra trás você passa a aprender sobre o trabalho pós iniciação que se trata dos pares espirituais e seus infinitos pactos.

É comum dentre pessoas que se interessam pelo autoconhecimento, mas, quando se trata de universo da magia, a psicologia não sustenta a questão do ego e do trabalho de ego.
Para começar estamos falando de Matar o Ego, que nada mais é do que A Iniciação. Um termo usado nas escolas tradicionais de Gnose, as quais estudam os mistérios antigos e, os autores do Gnosticismo são os responsáveis pela frase "matar o ego", especialmente os Martinistas. De fato o ego não morre, a morte é iniciática e o ego que não pode morrer, não aceitou a iniciação que teve ou gastou tempo no investimento porque não aprendeu nada. Seria preguiça de fazer os exercícios? Julgar pra que?

A resposta disso é muito simples. As escolas de magia, mistérios e ordens mágicas do passado, como a Golden Down por exemplo, além é claro o esoterismo dos Brâmanes Hindus, revelaram há muito tempo aos seus iniciados ensinamentos acerca da supremacia do Espírito sobre a Matéria. Ensino esse do qual utiliza outro conceito, bem mais antigo, sobre Ego, o qual também se utiliza a bruxaria.

Trata-se de uma antiga versão esotérica do ocultismo e das escolas de mistério para se trabalhar o ego em “laboratórios de autoconhecimento”, o qual por sua vez gera outros trabalhos chamados de trabalhos de transformação pessoal (isso os Coaching desconhecem), que são trabalhos de sombra com seus duplos e na sequencia os trabalhos de virtudes. Isso se dá porque ao se reconhecer como um deus ou deusa na terra, é necessário que se invista no trabalho de virtudes e isso leva tempo. Sem isso, o recém iniciado ganha tanto pré-poder (prepotência) que é capaz de desenvolver uma psicopatia. Nós iniciados, temos empatia e simpatia, nós nos colocamos no lugar do outro, procuramos entender o outro assim como a nós mesmos, nós aprendemos também com nossos erros e é por isso que, a bruxaria tradicional possui uma teologia salvífica pautada em Platão. Erro é a tradução da palavra pecado, que é um vício, que é um erro. e que gera a expiação pagã (bem antiga). Quando isso se dá dentro de uma sociedade teocrática fica ainda pior, pois qualquer erro que saia fora do comando da teocracia vira pecado mortal e afeta inclusive a área da psicossomática. 

Dentre bruxas não existe isso. O pecado e o perdão são pagãos e sempre estiveram na pauta de toda terapia espiritual. Basta olhar as 42 leis de Maat pra comprovar que a ideia de pecado e perdão já estavam lá, bem antes de Cristo. O ego personalizado mal trabalhado não reconhece o perdão e se vitimiza o tempo todo, se revoltando com situações da qual ele mesmo gerou ou não ressignificou. Nós bruxos sabemos que nenhum teraputa dá alta para os pacientes, cria-se uma relação de dependência emocional paciente-terapeuta. Mas o segredo de curar todos os traumas e feridas está justamente no trabalho de ego, ou seja, estando em paz com o seu passado recente e o passado ancestral e com as pessoas que fizeram parte dele.

É verdade que nem todos os Covens de bruxas fazem trabalhos de transformação, mas a maioria tradicionalmente o faz, pelas seguintes razões: Se você reconhece seus pares espirituais, também saberá que quando você cumprir com as 108 quedas vai virar companhia oculta justamente por fundir-se com seu duplo etérico, isso Eleva o Ser, Diviniza o estado humano, provoca progresso mental e espiritual e torna o homem ou a mulher líderes de si mesmos, mais sábios para acompanhar as dores do mundo e aconselhar uma vasta gama de pessoas das quais precisam de rumo espiritual na vida. É sempre preferível fazer o real trabalho de ego, ao invés de procurar o Pai Toninho de auranda pra pedir a cabeça de alguém que você elegeu como seu inimigo. Acaso esquecestes que teu pior inimigo é tu mesmo?

Precisamos primeiro compreender questões anteriores, tais como raça bruxa, sexualidade e sexo, para depois abordar os egos. Quando falamos de raça bruxa estamos reconhecendo que todos os bruxos são criados por deuses diferentes, apesar de serem todos parentes. Não estamos falando de raça humana e cor da pele. Desse assunto esotérico tratou Julius Evola, e foi mal compreendido, pois muitos o acham racista de fascista. Mas ele não era.

Veja só, ao nascer, o espírito que está pra reencarnar faz seus pactos com seus entes/pares espirituais. Estes entes são espíritos parceiros e parentes (seu duplo e seus pares polarizados) do qual você trata com eles alguns acordos do tipo: vou voltar logo, não vou me relacionar com ninguém eu prometo, ou então, não vou amar outra pessoa a não ser você. acontece que ao reencarnar sua consciência adormece devido ao seu ego personalizado e você se esquece dos pactos com seus entes amados e pares espirituais. Disso decorre que você nasce, cresce se desenvolve e vive uma vida de merda, se apaixona e nunca é feliz, vive se separando e chega ao cúmulo de afirmar que nasceu com o dedo podre. É preciso fazer os Flers par apaziguar essas energias. É preciso compreender como se mata o ego. A morte aqui é iniciática. Não adianta você encher seu cálice de veneno pra depois tomar, você nunca irá conseguir que o outro tome do cálice envenenado.
Estamos falando da supremacia do Espírito sobre a Matéria em pé de igualdade com os Etruscos.
Os Etruscos não davam um passo sem consultar os oráculos da astrologia e da geomancia. Isso porque são oráculos tradicionais, o casamento entre céu e terra. Para saber a vontade dos deuses é e sempre foi necessário consultar os oráculos, mas isso é para quem sabe e está autorizado.

Há 2 egos sendo eles:

1 - o ego individual (que é seu duplo etérico);
2 - o ego personalizado (que você adquire com a matéria física ao nascer).

Tudo que acontece com um acontece com o outro, e nada acontece com você se não acontecer primeiro com o seu "eu" superior. Esse mistério é trabalho no conto dos irmãos gêmeos.
A Tabua de Esmeralda cita: " Tudo é Duplo, tudo tem dois polos, tudo tem seu par de opostos"
O duplo da bruxa é assim, um está oposto ao outro pois um está no planto etéreo e o outro está no plano físico. Realmente não se trata mesmo de matar o ego, pois precisamos dele para viver, mas sim domá-lo para despertar a sua divindade interior. Tome como exemplo o seguinte: No candomblé, na saída de santo nasce um orixá, na bruxaria, na iniciação nasce um deus (ou deusa). Um ego personalizado sem o reconhecimento da superioridade do ego individual (que é o duplo etérico da bruxa) passa agir como um psicopata que acha que pode tudo. Um ego personalizado sem o trabalho de sombra se torna um doente mental e emocional, com traumas mal trabalhados. Isso tudo sem um trabalho de virtudes bem feito causa um sério dano na psique do indivíduo. Então a não compreensão do trabalho de ego, causa críticas despeitadas na internet, por puro desconhecimento de causa. 

Primeiramente nem todas as pessoas são bruxas e não possuem o sangue bruxo. Isso se dá pela interação do processo reencarnatório do qual não trataremos aqui, mas existem várias raças bruxas (raças espirituais sábias, não estamos falando da cor da pele), porém precisa ficar claro acima de tudo que bruxos não são racistas nem fascistas só porque falamos a respeito das raças.

O termo raça bruxa se refere ao Espírito, não a cor da pele. Autores Tradicionais como o italiano Julius Evola prega a mesma coisa em seu esoterismo, apesar da maioria ainda insistir erroneamente que ele é fascista e racista, não o é de fato. O esoterismo de Evola é pautado em um ocultismo radical e tradicional, herdado por stregas de várias vertentes. A diferença é que Stregas/Bruxas são libertárias e isso confunde muita gente, pois o Evola não era libertário. O que precisa ficar claro é que não estamos falando de posições políticas e sim de conhecimento tradicional e Esotérico, Evola foi um escritor do qual mais contribuiu para fluidificar isso.

A modernidade dos tempos tem causado grande abertura para quase tudo, inclusive abertura para a quebra do conhecimento esotérico tradicional, isso é uma grande perda equiparada como se fosse uma queima de livros. Quem fez o trabalho de ego como manda o figurino continua no Covine até hoje  e rende ótimos iniciados. Quem não fez, que passa a fazer e se cure de si mesmo. O perdão existe, basta ser real porque sem isso você está no inferno e no loopping dele, afinal, quem não aprende a lição tende a repetir a mesma página.

Existem bruxos e bruxas com pele de todas as cores, e ainda assim possuem raças bruxas espiritualmente iguais. Existem bruxos de cor de pele igual e raças bruxas diferentes, e todas são raças bruxas. Porém nem todas as pessoas do mundo são bruxas. De igual forma existem humanos de culturas diferentes e todas são culturas. A diversidade deve ser respeitada. Isso vale também para o conceito de raça bruxa ou raças espirituais.

Muito bem, passemos para questão de sexo e sexualidade. Serei bem rápido nessa explicação. Almas possuem sexualidade, humanos possuem sexo e Espíritos são assexuados. Mas O Amor não Possui Polaridade!

Tendo entendido isso, passemos para o ego antes de Freud, o conceito esotérico antes da escola de psicologia surgir.

O ego entendido nos bastidores iniciáticos, seja dentro de escolas mistéricas ou não, sempre foram duplos, sendo um “eu” espiritual em sua forma mais elevada de essência divina, e um “eu” já reencarnado do qual ganhou matéria física e personalidade. A tal persona! (ingrata ou grata?) Logo se vê onde foi parar a virtude da gratidão. Você gasta anos ensinando uma pessoa de graça sem cobrar nada, mas é impossível ensinar alguém que finge ser ensinada, a resistência do ego é tamanha que a cegueira fica usando de subterfúgios qualquer desculpa de preguiça para não fazer os trabalhos que tem de ser feitos. O primeiro trabalho é feito com você mesmo! Ninguém dá o que não tem. Como você irá ajudar seu próximo se você nunca se ajudou? Vamos então pedir para essa pessoa ir aprender a religião africana direto lá na Africa, custaria pelo menos 40 mil reais. Já que de graça não deu valor, quem sabe pagando a pessoa dá valor né.

É comum dentro dos círculos iniciáticos ouvir dizer: “não pense com o ego, pense com o Espírito”. Ou então, “não julgue”.

Isso porque o ego espiritual é amoral, individual e desprovido de personalidade. A divindade não julga, não pune, não sentencia. A divindade não tem desejo, ela tem vontade e isso faz toda diferença.
a Vontade é divina, o Desejo é carnal/material/físico.

O desejo é atribuído a algo mais carnal, oriundo do ego personalizado. Quem deixa isso muito claro é a Madame Blavatsky em seu Glossário Teosófico de 1892, mas parece que passou despercebido porque bruxas não se interessam, num primeiro momento, pela Teosofia e, se esquecem que a linha de raciocínio filosófico e gnóstico é a mesma, o que muda somente é a prática e o entendimento do propósito da prática.

Nós precisamos dos nossos egos para existirmos, mas uma bruxa sem um trabalho de ego bem feito é uma bruxa amputada do autoconhecimento esotérico antigo e legítimo, e de sí mesma. o único poder que o ego lhe dá é o de se auto destruir em vida.

Então, quais são os dois egos que falei acima?

Em resumo bem fácil de entender, são:

Ego Individual – O Espírito (sua essência divina) – possui Vontade. È seu duplo etérico. O Duplo da bruxa. Você não é o nome cível com que você foi registrado ao nascer. Seu Espírito possui outro nome.

Ego personalizado – A Matéria (o ser divino já reencarnado que está em Maia/ilusão) – Possui Desejo. 

Sim, vontade é divina e desejo é mundano.

Pois bem, em nossa totalidade somos feitos de dois egos, um divino e um mundano. A postura mental e filosófica que você assume define sua essência chamada de vocação e isso será um imã na sua vida.

Durante o processo de autoconhecimento e transformação pessoal, inicia períodos de auto-observação e autocontrole do pensamento, do comportamento e da maneira em que se pensa de si mesmo, bem como a que se projeta para o mundo. O resultado dessa soma é um dos empoderamentos mais intensos que existem, com mudanças de hábito radicalmente em efeitos de ebulição, ou seja, você muda por dentro!

A verdadeira magia maligna é aquela produzida sobre a indução do ego personalizado, o qual possui desejos e para atingir desejos passa por cima até mesmo da ética e de valores como virtudes tradicionais do Espírito. Quando a pessoa se vale do ego personalizado como motor de motivação, a magia quase sempre acaba sendo destrutiva para ela ou para alguém e, o prejuízo é provocado. Anos depois a pessoa pode se arrepender e receber de volta o efeito bumerangue. 

Não existe magia negra ou magia ruim. Magia não tem cor, mas se tem uma que podemos chamar de má é aquela desprovida das vontades do Espírito, por se tratar de uma magia motivada pelo egoísmo e pela vida ordinária mundana da qual o autor dessa magia vive, porque esse autor é incapaz de se esforçar em ver bondade nos outros, o narciso dele é maior, só ele é bom o resto do mundo é ruim e então começa uma série de vitimizações, dramas, posses, obsessões na vida e a pessoa não se expia, mas usa seu veneno para destilar nos outros, claro, sem efeitos em iniciados de verdade. 

O auto aperfeiçoamento provocado pelo trabalho de ego permite ganhar lucidez sobre essas causas e efeitos, bem como total controle de si mesmo, permitindo que você se torne líder da sua própria vida, com triunfos, sucesso e vitória nos setores da vida que antes não se obtinha isso. Poderíamos chamar isso de diferença entre Líder e Chefe. Um líder não dá tiro na própria tropa e sim edifica-a. O mesmo acontece, me refiro a edificação do ser, quando se utiliza o Ego individual. Contudo abro um espaço aqui para afirmar que o Líder resguarda para si o direito de desistir de ensinar alguém que é um fingido, que só quer saber o que tem e o que se faz num coven, essa pessoa está em busca de poder não para controlar a si mesmo e sim para controlar os outros. Esse é da pior espécie de ser humano, porque é pedra, não é gente ainda.

Esse é um segredo iniciático pouco revelado e pouco falado, pela simples razão de ter virado um tabu guardado de forma hermética dentro dos círculos tradicionais, mas vejo que chegou a hora de difundir esse conhecimento nos tempos atuais, levando em conta o lado negativo da modernidade, o qual tem produzido muitos bruxos sem esse conhecimento esotérico tradicional e para tapar a lacuna esses bruxos modernos tem se socorrido com a psicologia e um conceito de Ego desenvolvido por Freud que nada tem a ver com a nossa espiritualidade verdadeira. Ambos os conhecimentos sobre ego são válidos, mas não podemos nos esquecer do esoterismo tradicional da verdadeira magia iniciática.
Nós tentamos ensinar a pescar, mas pelo visto temos de dar o peixe senão esses pseudos-iniciados passam fome de sentido.

Esse trabalho de ego tradicional te transforma num deus/deusa na Terra porque a partir disso você vai pensar e se comportar como a divindade e fazer progressos que edificara toda a sua família mágica beneficiando até mesmo as pessoas comuns ao seu redor e seus clientes, em sua comunidade ou núcleo de existência. À esses trabalhos são seguidos de outros contendo desenvolvimento do Amor e das Virtudes, pois sem isso a sua superioridade não será superior em nada, sem isso você se transformará num deus frio e calculista, desprovido de propósitos, para não dizer um psicopata. Por isso esses segredos foram tão bem guardados, pois são perigosos em mãos erradas e mentes leigas.

Até mesmo a bíblia dos cristãos reconhece que nós somos deuses, em Salmo 82:6 e João 10:34 diz: “vós sois deuses”, mas não explica como se faz para se reconhecer e atuar como um “Chrestos”. Porque isso é conhecimento iniciático e antes não estava disponível para as massas, pois necessita de treinamento e convívio com quem de direito.

A morte do ego é figurada, não de fato, é iniciática, e o tema da morte e do primeiro assassinato é refletido de forma iniciática, pois faz parte do mistério. Uma morte iniciática para que renasça a divindade. Não há vida sem ter a morte antes, como luz e sombras, ambas são partes do processo de existência e uma não vive sem a outra. O processo morte/renascimento é representado e trabalhado até nisso. É devido à esse fator de espiritualidade que bruxos/bruxas são sacerdotes/sacerdotisas, e não devido à alguma pretensa religião.

Gostamos de dizer o equivalente para exemplificar iniciações:

Se no candomblé nasce um Orixá, Na Bruxaria nasce um Deus.

Todo ser humano tem a necessidade de buscar Deus, seja para orar, rezar, agradecer ou pedir um favor e orientação na vida e, durante esse processo iniciático cometemos erros e temos de continuar se lapidando, nós iniciados zelamos e cuidamos de nossa divindade, pois as diversas ânforas e os vasos divinos se refletem em nós. Então quando as pessoas começarem a lhe chegar pedindo benefícios, serviços, graças, bênçãos, auxílios, orientações, ajuda, e lhe pagar por isso (processo de troca de favores) e até mesmo lhe trazer presentes gratuitamente, você reconhecerá o que o destino está lhe mostrando como resultado de um bom trabalho de ego. 

Tudo é uma questão de escolha. A etimologia da palavra herege já diz: “aquele que sabe escolher, aquele que faz escolhas”.

Para nós, o pavão não vira espanador, vira beleza divina repleta de virtudes em toda sua plenitude e Remus é o homem de Espírito.

Seja você mesmo! Mas qual dos dois egos você será? Escolha UM.
Pela exata medida e proporção, possa Caputspher acender sua chama!

Por Sett Lupino – Stregone Maggiore do Canídea Covine/RP